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Terça-feira, Junho 29, 2004
Flaming sumiram as estrelas do céu me sobrou apenas caneta e um papel e surgiu assim mais um dia: com um sol em mim, nasceu assim mais uma poesia
Domingo, Junho 27, 2004
- Legião Urbana -
"Não sou escravo de ninguém Ninguém senhor do meu domínio Sei o que devo defender E por valor eu tenho E temo o que agora se desfaz Viajamos sete léguas Por entre abismos e florestas Por Deus nunca me vi tão só É a própria fé o que destrói Estes são dias desleais Mas sou metal Raio, relâmpago e trovão Eu sou metal Eu sou o ouro em seu brasão Eu sou metal Me sabe o sopro do dragão Reconheço meu pesar Quando tudo é traição O que venho encontrar É a virtude em outras mãos. Minha terra é a terra que é minha E sempre será Minha terra Tem a lua, tem estrelas E sempre terá Quase acreditei na tua promessa E o que vejo é fome e destruição Perdi a minha sela e a minha espada Perdi o meu castelo e minha princesa Quase acreditei, quase acreditei E, por honra, se existir verdade Existem os tolos e existe o ladrão E há quem se alimente do que é roubo. Vou guardar o meu tesouro Caso você esteja mentindo. Olha o sopro do dragão (4x) É a verdade o que assombra O descaso que condena A estupidez o que destrói Eu vejo tudo que se foi E o que não existe mais Tenho os sentidos já dormentes O corpo quer, a alma entende Esta é a terra-de-ninguém Sei que devo resitir Eu quero a espada em minhas mãos Eu sou metal - raio, relâmpago e trovão Eu sou metal: eu sou o ouro em seu brazão Eu sou metal: me sabe o sopro do dragão Não me entrego sem lutar Tenho ainda coração Não aprendi a me render Que caia o inimigo então Tudo passa Tudo passará (3x) E nossa história Não estará Pelo avesso assim Sem final feliz Teremos coisas bonitas pra contar E até lá Vamos viver Temos muito ainda por fazer Não olhe pra trás Apenas começamos O mundo começa agora, ahh! Apenas começamos."
Terça-feira, Junho 22, 2004
Eu só questiono nossas necessidades modernas. Garden, TEN, Pearl Jam
Terça-feira, Junho 15, 2004
Felipe Biglia Cansado de viver na monotonia Procurei o caminho da vida que gostaria. Descobri a duras penas que o que gostaria Não era o que tinha e o oposto. Cansado de viver na monotonia te procurei, Não te achei e me joguei na noite escura. Decidi o caminho, tracei planos, Arquei com as conseqüências e, Com medo, fui buscar o que já conhecia No mundo que se estendia à frente. Da teoria fiz a prática, da prática fiz a vida E da vida fiz o amor. Amando fui seguindo as estrelas e os sinais, Aos poucos fui descobrindo que o caminho sempre existiu E eu apenas ignorava. Pisava nos sonhos com raiva Porque os sonhos eram a realidade Que eu não conseguia alcançar. Decidir com medo. Quem decide sem medo tem mais chances de errar, Mas errar é humano. Tudo passa em seu tempo, Quando o mal foi desfeito e os demônios libertados O encontro será breve. Decidi com medo. A noite escura tem demônios e anjos que se interpõe, Mas não agem, pois o ato é humano. Nessas horas se confunde o decidir com medo Com o medo de decidir, As confusões são erros E os erros são limitados. No Infinito tudo ocorre. No amor tudo existe. Na vida tudo pode, Desde que acredite e lute.
Sexta-feira, Junho 11, 2004
Flaming agora escrevo só pra mim lá no meu quarto tem papéis amontoados quase uma pilha em cada canto todos muito bem espalhados em cada canto pedaços de palavras, algo bem vago não mostro pra mais ninguém!!! pois algum segredo temos pra esconder, agora eu sei o por que... escrevo em linhas o que corre em minhas veias coisas que não consigo compreender depois não consigo entender a minha própria letra o que sei é que como papel minhas palavras também mofam e eu não mostro pra mais ninguém a mais ninguém coisas minhas importam
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