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Sexta-feira, Setembro 29, 2006
Caros cidadãos brasileiros,
Venho expressar a minha indignação com o presidente por ter faltado no debate da Globo. Para aqueles que acompanham o posts deste blog, repararam que estavam sendo postadas as biografias dos principais candidatos a presidência da República, não para fazer propaganda mas para mostrar as opções disponíveis, e por ser o atual presidente, tinha deixado a do atual presidente por último. Porém, como o nosso excelentíssimo presidente não se digna a comparecer ao debate, recuso-me também a postar até mesmo o nome, pois para ele é fácil acusar os oponentes de querer massacrá-lo no debate, mas quem forneceu munição para os adversários foi a própria cúpula de "amigos" do presidente, além do próprio pela pela falta de políticas decentes durante seu mandato. Achei engraçado que nesta campanha ninguém tenha feito muito estardalhaço sobre o Programa Fome Zero, que foi o carro chefe do presidente na eleição passada, que segundo ele, acabaria com a miséria no país, embora a única coisa que eu tenha visto acabar foi o próprio programa com o passar do tempo. Não me interessa em quem vocês vão votar desde de que, por favor, não seja no atual presidente. Um presidente que não tem moral para defender suas ideologias e seus feitos não merece meu voto ao menos. Mas, em todo caso, não deixem de votar. Dia 1º de Outubro das 8:00h às 17:00.
Sexta-feira, Setembro 15, 2006
Por André Trigueiro, pós-graduado em meio ambiente, jornalista, redator e apresentador do Jornal das Dez, da Globonews, desde 1996. Na Rádio Viva Rio AM (1180 kHz), Trigueiro apresenta o programa Conexão Verde, de segunda a sexta, abordando temas sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
O Brasil é definitivamente o paraíso dos sacos plásticos. Todos os supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora. Não importa o tamanho do produto que se tenha à mão, aguarde a sua vez porque ele será embalado num saquinho plástico. O pior é que isso já foi incorporado na nossa rotina como algo normal, como se o destino de cada produto comprado fosse mesmo um saco plástico. Nossa dependência é tamanha, que quando ele não está disponível, costumamos reagir com reclamações indignadas. Quem recusa a embalagem de plástico é considerado, no mínimo, exótico. Outro dia fui comprar lâminas de barbear numa farmácia e me deparei com uma situação curiosa. A caixinha com as lâminas cabia perfeitamente na minha pochete. Meu plano era levar para casa assim mesmo. Mas num gesto automático, a funcionária registrou a compra e enfiou rapidamente a mísera caixinha num saco onde caberiam seguramente outras dez. Pelas razões que explicarei abaixo, recusei gentilmente a embalagem. A plasticomania vem tomando conta do planeta desde que o inglês Alexander Parkes inventou o primeiro plástico, em 1862. O novo material sintético reduziu os custos dos comerciantes e incrementou a sanha consumista da civilização moderna. Mas os estragos causados pelo derrame indiscriminado de plásticos na natureza tornou o consumidor um colaborador passivo de um desastre ambiental de grandes proporções. Feitos de resinas sintéticas originadas do petróleo, esses sacos não são biodegradáveis e levam séculos para se decompor na natureza. Usando a linguagem dos cientistas, esses saquinhos são feitos de cadeias moleculares inquebráveis, e é impossível definir com precisão quanto tempo levam para desaparecer no meio natural . No caso específico das sacolas de supermercado, por exemplo, a matéria-prima é o plástico filme, produzido a partir de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD). No Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais de plástico filme, que já representa 9,7% de todo o lixo do país. Abandonados em vazadouros, esses sacos plásticos impedem a passagem da água -retardando a decomposição dos materiais biodegradáveis- e dificultam a compactação dos detritos. Essa realidade que tanto preocupa os ambientalistas no Brasil, já justificou mudanças importantes na legislação - e na cultura - de vários países europeus. Na Alemanha, por exemplo, a plasticomania deu lugar à sacolamania (cada um levando sua própria sacola). Quem não anda com sua própria sacola a tiracolo para levar as compras é obrigado a pagar uma taxa extra pelo uso de sacos plásticos. O preço é salgado: o equivalente a sessenta centavos a unidade. A guerra contra os sacos plásticos ganhou força em 1991, quando foi aprovada uma lei que obriga os produtores e distribuidores de embalagens a aceitar de volta e a reciclar seus produtos após o uso. E o que fizeram os empresários? Repassaram imediatamente os custos para o consumidor. Além de antiecológico, ficou bem mais caro usar sacos plásticos na Alemanha. Na Irlanda, desde 1997 paga-se um imposto de nove centavos de libra irlandesa por cada saco plástico. A criação da taxa fez multiplicar o número de irlandeses indo às compras com suas próprias sacolas de pano, de palha, e mochilas. Em toda a Grã-Bretanha, a rede de supermercados CO-OP mobilizou a atenção dos consumidores com uma campanha original e ecológica: todas as lojas da rede terão seus produtos embalados em sacos plásticos 100% biodegradáveis. Até dezembro deste ano, pelo menos 2/3 de todos os saquinhos usados na rede serão feitos de um material que, segundo testes em laboratório, se decompõe dezoito meses depois de descartado. Com um detalhe interessante: se por acaso não houver contato com a água, o plástico se dissolve assim mesmo, porque serve de alimento para microorganismos encontrados na natureza. Não há desculpas para nós brasileiros não estarmos igualmente preocupados com a multiplicação indiscriminada de sacos plásticos na natureza. O país que sediou a Rio-92 (Conferência Mundial da ONU sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente) e que tem uma das legislações ambientais mais avançadas do planeta, ainda não acordou para o problema do descarte de embalagens em geral, e dos sacos plásticos em particular. A única iniciativa de regulamentar o que hoje acontece de forma aleatória e caótica foi rechaçada pelo Congresso na legislatura passada. O então deputado Emerson Kapaz foi o relator da comissão criada para elaborar a "Política Nacional de Resíduos Sólidos". Entre outros objetivos, o projeto apresentava propostas para a destinação inteligente dos resíduos, a redução do volume de lixo no Brasil, e definia regras claras para que produtores e comerciantes assumissem novas responsabilidades em relação aos resíduos que descartam na natureza, assumindo o ônus pela coleta e processamento de materiais que degradam o meio ambiente e a qualidade de vida. O projeto elaborado pela comissão não chegou a ser votado. Não se sabe quando será. Sabe-se apenas que não está na pauta do Congresso. Omissão grave dos nossos parlamentares que não pode ser atribuída ao mero esquecimento. Há um lobby poderoso no Congresso trabalhando no sentido de esvaziar esse conjunto de propostas que atinge determinados setores da indústria e do comércio. É preciso declarar guerra contra a plasticomania e se rebelar contra a ausência de uma legislação específica para a gestão dos resíduos sólidos. Há muitos interesses em jogo. Qual é o seu?
Quinta-feira, Setembro 07, 2006
José Maria Eymael é o candidato à presidência da República pelo Partido Social Democrata Cristão (PSDC). Presidente do PSDC, José Maria Eymael é casado, tem dois filhos e cinco netos. José Maria Eymael nasceu em Porto Alegre em 1939 e formou-se em direito e história natural pela PUC-RS. Advogado com especialização em Direito Tributário e empresário há três décadas. O interesse pela política começou cedo. Eymael presidiu o Centro Acadêmico São Tomás de Aquino da Faculdade de Filosofia da PUC-RS e a Federação dos Estudantes Universitários do Rio Grande do Sul - FEUP. Em 1962 ingressou no Partido Democrata Cristão até a extinção com o Ato Institucional Número Dois, o AI-2, que extinguiu o pluripartidarismo e criou o bipartidarismo entre a Aliança Renovadora Nacional (ARENA) do governo e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) da oposição.
José Maria Eymael foi deputado por diversas ocasiões. Disputou a eleição para a prefeitura de São Paulo pelo Partido Democrata Cristão (PDC). No ano seguinte foi eleito deputado federal por São Paulo e participou da Assembléia Nacional Constituinte que aprovou a Constituição brasileira de 1988. Em 1990, foi reeleito Deputado Federal. Em 1995 José Maria Eymael junto com os setores da Democracia Cristã e do antigo PDS fundou o Partido Social Democrata Cristão (PSDC). Em 1998 foi candidato à presidência da República pelo PSDC e ficou em 9º lugar com 171.831 votos (0,25%). Ficha de José Maria Eymael: Nome: José Maria Eymael Nome para urna eletrônica: José Maria Eymael Número: 27 Partido Político: Partido Social Democrata Cristão - PSDC Coligação: Sem Coligação Composição da Coligação: Sem Coligação Data de Nascimento: 02/11/1939 Sexo: Masculino Estado civil: Casado(a) Ocupação: Advogado Grau de Instrução: Superior completo Nacionalidade: Brasileira nata Naturalidade: Porto Alegre - Rio Grande do Sul Valor Máximo de Gastos: R$ 20.000.000.00 Nome: José Paulo da Silva Neto Número: 27 Partido Político: Partido Social Democrata Cristão - PSDC Coligação: Sem Coligação Composição da Coligação: Sem Coligação Data de Nascimento: 04/01/1940 Sexo: Masculino Estado civil: Casado(a) Ocupação: Empresário Grau de Instrução: Superior completo Nacionalidade: Brasileira nata Naturalidade: Salgado de São Félix - Paraíba Fonte: Duplipensar.net
Terça-feira, Setembro 05, 2006
A proposta é do site www.votoabertoja.com.br, no ar há três semanas: assim como recebe contas de luz e telefone, o cidadão teria direito a um "extrato parlamentar" com o relato de votos de deputados e senadores. O site quer ganhar apoio popular para a idéia.
Imaginem um lugar onde se pudesse ler gratuitamente, as obras de Machado de Assis, ou "A Divina Comédia", ou ter acesso às historinhas infantis de todos os tempos. Um lugar que lhe mostrasse as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci. Onde onde você pudesse escutar músicas em MP3 de alta qualidade. Pois esse lugar existe! O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br Só de literatura portuguesa são 732 obras! Estamos em via de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por pouco uso, já que o número de acessos é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta desativação do site, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura. Visitem o site. Divulguem. Poucos sabem que essa riqueza está ao seu alcance.
Sexta-feira, Setembro 01, 2006
Cristovam Buarque é engenheiro mecânico, formado pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1966, e doutor em Economia pela Sorbonne, Paris, em 1973. Entre 1973 e 1979, trabalhou no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, e desde 1979 é professor da Universidade de Brasília, da qual foi reitor de 1985 a 1989. Entre 1995 e 1998 governou o Distrito Federal e em 2002 elegeu-se senador pelo PT com a maior votação dada a um político no Distrito Federal. Filiou-se ao PDT em setembro de 2005. É membro do Instituto de Educação da Unesco.
Durante o mandato de governador, ficou conhecido como administrador que cumpriu seu compromisso com a inclusão social, transformando em lei o que escreveu nos 20 livros que publicou. Entre as diversas soluções criativas para combater a pobreza imaginadas pelo professor Cristovam e implantadas pelo governador Cristovam, a mais conhecida no Brasil e no exterior é a Bolsa-Escola, responsável por uma revolução na educação e na luta pela erradicação da pobreza. De 1999 a 2002, Cristovam Buarque dividiu seu tempo entre a UnB, seus escritos e a Organização Não-Governamental Missão Criança, criada por ele para promover a bolsa escola, idéia que mantém mais de mil famílias com bolsa escola financiada com recursos privados. Assumiu o Ministério da Educação (MEC) em janeiro de 2003 e permaneceu no cargo até janeiro de 2004. Sua gestão no MEC foi marcada pela obstinação com o compromisso do PT de realizar no Brasil uma verdadeira revolução educacional. Nos 13 meses em que atuou como ministro disseminou a noção de que a educação não é mero serviço ou direito assistencial, e sim a única maneira de construir um País moderno, solidário e eficiente. Suas metas no MEC incluíam a eliminação do analfabetismo; a garantia de escola pública de qualidade para todas as crianças, a partir dos 4 anos de idade, até a conclusão do ensino médio; a formação e valorização do professor, incluindo a duplicação de seu salário; a modernização das escolas e dos métodos de ensino, que incluíam tanto a reforma física quanto a implantação de técnicas de ensino a distância; e uma reforma da universidade brasileira, para que ela responda aos desafios éticos e técnicos do Século XXI. Ao longo de sua carreira, Cristovam publicou mais de 20 livros e colaborou por mais 20 vinte anos com jornais e revistas de larga circulação. Também trabalhou como consultor de diversos organismos nacionais e internacionais do sistema das Nações Unidas. Foi Presidente do Conselho da Universidade para a Paz das Nações Unidas, membro do Conselho Presidencial que elaborou a proposta de Constituição (Constituinte, 1987) e integrante da Comissão Presidencial para a Alimentação, dirigida por Betinho. O Senador Jefferson Péres, representante do Estado do Amazonas, chegou ao Senado Federal na expectativa de contribuir para o desenvolvimento e crescimento não só da sua região como também de todo o país, através de um trabalho sério e constante.
Os meios de comunicação e a grande imprensa nacional têm destacado seu papel no cenário político brasileiro, como um dos mais expressivos exemplos de conduta inteligente, dinâmica, eficaz, descobrindo em Jefferson Péres um político que imprime seriedade e honestidade no desempenho de sua missão. Seja na tribuna, seja em seu gabinete, o Senador Jefferson tem procurado estar sempre atento aos principais acontecimentos que acometem o país. Filiado ao PDT desde o inicio de 1999, encontrou no partido um campo aberto para a apresentação de suas idéias. Inspirado na convicção de que "quem caminha com o povo nunca está sozinho", Jefferson Péres lançou sua candidatura à Presidência do Senado Federal, em fevereiro de 2001. Seu pleito foi aclamado por inúmeras manifestações de apoio (reportagens; discursos nas duas Casas do Congresso Nacional, nas Assembléias Legislativas de vários estados e nas Câmaras Municipais do Amazonas e de outras partes do País; telefonemas; telegramas; e-mails; e mensagens de fax de brasileiros de todas as classes, idades, credos, profissões e regiões). Em retrospectiva histórica, as conseqüências últimas daquela disputa, que acabaria provocando a renúncia do presidente da Casa e de outros dois senadores, deram razão às palavras de Péres logo depois da contagem dos votos: "O desfecho da eleição, longe de se resumir a uma derrota do bloco oposicionista do Senado, marcou, isto sim, o fracasso da instituição em refletir as inquietações e os anseios gerais por dignidade na política; por transparência no relacionamento entre os poderes republicanos; por seriedade na tomada das grandes decisões de Estado; e, é claro, pela retificação da hoje melancólica imagem do Congresso Nacional perante a sociedade". Na mesma oportunidade, o senador alertou para o imperativo inadiável das reformas políticas, cujos projetos, já aprovados no Senado, ora tramitam na Câmara dos Deputados: "[Tenho] fé inabalável no lento, mas irresistível progresso dos projetos de reforma político-partidária e eleitoral, que, mais cedo ou mais tarde, superarão esse inquietante divórcio entre representantes e representados, eliminando os obstáculos subsistentes à ascensão dos ideais, princípios e valores éticos e cívicos que sempre defendi ao longo de minha vida pública". As urnas de outubro de 2002 consagraram a reeleição de Jefferson Péres com 543.158 mil votos, num claro reconhecimento do povo do Amazonas pelos frutos de sua atuação parlamentar e produção legislativa. Em 07 de maio de 2003, no cumprimento do dever de fidelidade à sua consciência, Péres renunciou a participar do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar por divergir de forças políticas poderosas que manobravam nos bastidores para transformar aquele órgão em "reposteiro para a impunidade", mais uma vez com profundo prejuízo para o conceito da Câmara Alta na opinião pública nacional. Quase ao mesmo tempo, seus correligionários o escolheram líder da bancada do Partido Democrático Trabalhista (PDT) no Senado. No que diz respeito às reformas previdenciária e tributária, que se destacam na atual situação política nacional, Jefferson Péres desde sempre hipotecou seu firme apoio às reformas necessárias à modernização da economia, à moralização das finanças públicas, à realização da justiça social e à construção de um Estado enxuto, eficaz, previdente, capaz de distribuir paz e justiça, prover segurança pública, saúde, educação, saneamento e equilíbrio regional na medida certa do bem-estar dos brasileiros. Na reforma da previdência do funcionalismo público, o senador luta contra o desconto dos servidores aposentados e daqueles tornados inativos por motivo de doença grave ou deficiência física e mental, lembrando que "na idade avançada ou na triste convivência com uma saúde precária, o cidadão, mais do que nunca, precisa de dinheiro para comprar remédios e pagar por tratamentos que o Poder Público não raro falha em fornecer". Na reforma tributária, dois princípios o norteiam: a progressiva redução da carga de impostos e contribuições "que hoje sufocam o microempresário e reduzem a capacidade de nossa economia criar empregos"; e a defesa intransigente da Zona Franca de Manaus, "patrimônio de progresso material e integração social do povo amazonense, pivô da inserção da Amazônia Ocidental ao espaço geopolítico e geoeconômico da soberania brasileira". Em sua vida profissional atuou no serviço público: Escrevente Juramentado do Cartório do 4º Oficio de Notas; Corregedor do Departamento de Segurança Pública do Estado do Amazonas; Advogado do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários - I.A. P. C.; Inspetor Geral da Vara de Menores da Capital; Secretário da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Amazonas; Secretário do Tribunal de Justiça do Amazonas. Na Iniciativa Privada: Assessor do Seminário Sócio Econômico da Amazônia, realizado em Manaus, pela Conf. Nacional da Indústria, de ago/61 a jan/62; Diretor Administrativo da Companhia Siderúrgica da Amazônia - SIDERAMA; No exercício do Magistério: Professor da extinta Faculdade de Ciências Econômicas do Estado do Amazonas, lecionando as disciplinas "Estudos Comparados dos Sistemas Econômicos", "História das Doutrinas Econômicas"; Professor Titular da Universidade do Amazonas, vinculado ao Departamento de Economia e Análise da Faculdade de Estudos Sociais, onde leciona as disciplinas "Formação Econômica do Brasil" e "Economia Brasileira", nos cursos de Economia, Administração e Contabilidade; na Administração Escolar: Chefe do Departamento de Economia da Universidade do Amazonas; Diretor da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade do Amazonas; Coordenador do Colegiado do Curso de Economia; Participação em Colegiados; Ex Membro do Conselho de Educação do Amazonas; Ex Membro do Conselho de Desenvolvimento do Amazonas - CODAM; Ex Membro do Conselho Fiscal da antiga Centrais Elétricas do Amazonas - CELETRAMAZON; Ex Membro do Conselho Universitário da Universidade do Amazonas; Membro do Conselho Departamental da Faculdade de Estudos Sociais da Universidade do Amazonas; Ex Membro do Conselho Estadual de Cultura do Amazonas; Membro do Conselho Diretor do Instituto Superior de Estudos da Amazônia - ISEA; Trabalhos de Pesquisa e Assessoramento Técnico; Membro da equipe que elaborou os documentos básicos da Universidade do Amazonas através do Contrato - FUACONCISA; Presidente da Comissão de Coordenação dos Projetos de reforma Administrativa do Amazonas, através do convênio FUA - Governo do Estado - 1972; Coordenador da Pesquisa sobre "Mercado de Produtos Industrializados na Cidade de Manaus", através do Convênio - SUDAM - FUA. - 1978; Membro da equipe que elaborou a pesquisa sobre "Emprego e Salário na Zona Franca de Manaus", através do Convênio SUFRAMA - FUA. - 1984; e atividades jornalísticas: Ex- editorialista do Jornal "A CRITICA" em Manaus; Articulista do Jornal "A Crítica" de Manaus; Colaborador eventual de outros jornais, com diversas publicações sobre assuntos políticos, econômicos e sociais, regionais e nacionais. Fonte: Vote 12 - Cristovam Buarque Senador Jefferson Péres
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