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Segunda-feira, Setembro 29, 2008
A Bolsa e os Bobos
(Autor desconhecido) Era uma vez um vilarejo. Lá apareceu um homem anunciando que compraria macacos por $10 cada. Os aldeões sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos. O homem comprou centenas de macacos a $10 e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça. Aí, o homem anunciou que agora pagaria $20 por cada macaco e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça. Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para $25 e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça. O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos. Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: ‘Olhe todos estes macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vender por $35 a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por $50 cada.’ Os aldeões, ávidos pelo lucro, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente. Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente, somente macacos por todos os lados. Assim funciona o mercado de capitais.
Segunda-feira, Setembro 08, 2008
Terça-feira, Setembro 02, 2008
Não dá barato e sai caro
Andava desconfiado dos velhinhos, os expedicionários que ficam ali na praça, debaixo do avião, contando vantagem da campanha na Itália. Avião mais o fumacê, para mim, era a causa do mau-cheiro. Depois percebi que os velhinhos não fumavam, era a cobra que fuma, mas só no desenho do avião e no símbolo da FEB, a força expedicionária brasileira, pois o Brasil não entrou na II Guerra com exército, marinha e aeronáutica, mas com uma força de expedicionários, tudo gente pobre.
A fedentina aqui na redondeza é da molecada, que percorre a quadra, parando nas esquinas e acendendo e sugando uns pitos fininhos. Depois ficam dando risada, olhando com caras de cretino uns pros outros e de desconfiados pra mim e pra Mila – que desconfio está com síndrome de abstinência. Não sei do que se riem esses caras, pois fiquei sabendo que aqueles cigarros deles só têm fedor, mais nada. Não sou eu quem digo, quem diz é o Hospital das Clínicas de São Paulo, pelo seu Centro de Assistência Toxicológica. O HC descobriu que a maconha brasileira é que nem a gasolina brasileira: não tem octanas, só dá chabu. Vejam só, a nossa cannabis sativa só tem 1,0% de THC, o tetraidrocanabinol, o princípio ativo da maconha. Com essa merreca de 1,0% de THC a maconha não pode dar barato em ninguém. Mastigar bróculos e acender depois dá mais efeito – depois de digerido, é claro. Quê fazer, perguntaram-se os executivos da cannabis. Simples, mistura sabugo triturado, capim seco e bosta de vaca. Não funcionou, saía caro e não dava barato, os caras perdiam clientela. Aí surgiu a “craconha”, a mistura de crack na maconha. Segundo o HC, isso é para a ”fidelização” da clientela. Mas vem aí a portabilidade da maconha, pois o distribuidor do crack deve liberar matéria prima para reforçar o tetraidrocanabinol. Fonte: MAXBLOG
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